Depoimento do CFO da FERMAR sobre o Trabalho da FNB Energia Estratégica
- Felipe Barroso
- 7 de abr.
- 2 min de leitura
Em uma operação onde a conta de energia ultrapassa 35% dos custos, tratar energia como custo fixo é um erro estratégico grave. Energia impacta diretamente na margem e na competitividade. E quem não gerencia isso de forma técnica e contínua está, objetivamente, deixando valor na mesa.
Foi exatamente nesse ponto que a FNB Energia Estratégica mudou o jogo dentro da FERMAR.
O trabalho da empresa não se limita a relatórios ou recomendações genéricas. Existe uma reavaliação permanente da nossa estrutura energética: contratos, gestão de demanda, modelagem de cenários, revisão de penalidades, oportunidades de migração, autoprodução e eficiência operacional. Os ganhos não são teóricos e nem mensais. Eles acontecem todos os dias, na operação, na tomada de decisão e na forma como a energia é efetivamente gerida.
A FNB Energia Estratégica atua lado a lado com gestão do cliente de forma recorrente apresentando informação qualificada, leitura de cenário, análises e direcionamento claro para soluções que gerem valor ao negócio. Sem complexidade desnecessária. Sem ruído. É execução orientada a resultado.
Um exemplo concreto foi a revisão do nosso projeto de autoprodução fotovoltaica. Mesmo sendo um projeto já estruturado, a reavaliação técnica e econômica conduzida pela FNB apresentou ganho potencial de 18% em indicadores de eficiência operacional e retorno sobre capital. Isso deixa claro um ponto crítico: projetos energéticos não são estáticos e decisões mal calibradas travam capital e reduzem competitividade.
Nesse sentido, a FNB traz uma visão consistente sobre a evolução tecnológica do setor. O custo das tecnologias de geração vem caindo com escala, como já ocorreu com solar e eólica e agora se amplia com o avanço de soluções de armazenamento, como BESS. Isso muda completamente a lógica de decisão e abre novas frentes de otimização que poucos players estão preparados para capturar.
Neste case, a migração do cliente para 138 kV, com potencial de redução próxima de 30% no custo energético é apenas uma das alavancas estruturadas. E reforça uma mensagem objetiva: estar no mercado livre não significa ser eficiente.
Outro ponto relevante é que toda essa agenda é conduzida sem perder de vista a transição energética. Existe uma preocupação clara com a mudança de matriz, redução de emissões e construção de soluções mais sustentáveis, mas sempre com racional econômico. Sustentabilidade aqui não é discurso, é decisão de negócio.
A conclusão é simples: quem não trata energia como variável estratégica pode perder competitividade todos os dias.
Para a FERMAR, a FNB não é uma consultoria. É uma extensão da gestão energética, com impacto direto em resultado.



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